Novas esquadras da PSP

Melhor serviço

A construção de duas novas Esquadras da PSP, uma na freguesia de Valadares na Boa Nova outra em Canidelo, junto ao novo Centro de Saúde, num investimento do Ministério da Administração Interna, na ordem dos três milhões de euros acaba de ser oficializada.

Assinado o protocolo entre a Câmara e o MAI representado pelo vice presidente Marco António Costa e o Secretário de Estado da Administração Interna, no reforço da “cooperação e empenho” de ambas as entidades elogiadas mutuamente.

Trata-se de construir instalações adequadas “criando condições para uma maior eficácia, um melhor serviço das forças de segurança”, concordam as partes.

A exemplo do que tem feito a Câmara cede os terrenos para estas construções em nome de “um bom entendimento, espírito de colaboração para a segurança de pessoas e bens.”

A autarquia fará a obra de acordo com o projecto elaborado pela DGIE, Direcção geral de Infra estruturas e Equipamentos. Adaptados às condições do terreno, sempre fiscalizado pela entidade competente, os projectos deverão estar concretizados no terreno dentro de um ano.

Marco António Costa deixou uma palavra de profundo reconhecimento aos presidentes de junta “primeiro balcão de atendimento da população, parceiros muito activos na promoção da segurança de pessoas e bens.”

A Câmara fará a sua parte no que compete, por exemplo, ao reforço “de dezenas de novos elementos para a Polícia Municipal”, ao Governo solicita “o reforço de efectivos da PSP”, até porque a GNR foi reforçar áreas onde estava instalada na mesma altura em que foi substituída pela PSP, como nas duas freguesias em questão.

Escassos dias após as notícias que davam conta de um assalto à residência de um ex-ministro e um caso de carjaking, o vice presidente lembrou: “estes incidentes não correspondem às estatísticas”, apontando Gaia como “exemplo nacional também na área da segurança.” Muito fica a dever-se à cooperação “estratégica exemplar, o comportamento impecável entre o MAI e a Câmara”, elogiou.

Para Rui Sá Gomes, secretário de Estado, numa sociedade moderna “o Estado tem a obrigação de criar condições de segurança de pessoas e bens.” Afinal, tudo tem a ver com segurança, na base de uma vida tranquila “nenhuma sociedade é viável sem segurança, a primeira das liberdades”, considerou Rui Sá Gomes.

Numa sociedade global como esta, “o risco faz parte do dia-a-dia, o Governo trabalha para assegurar a paz pública, a tranquilidade” e apontou exemplos: “ duplicamos o investimento em equipamentos nesta legislatura em que se regista o reforço de 4 500 efectivos para as Forças de Segurança.” Os objectivos estão traçados, “um policiamento de comunidade, de proximidade, uma polícia mais moderna e eficaz.” Congratulou-se com a redução da criminalidade grave e violenta, mas disse que este não era um discurso de cantar vitória, “cada crime é um crime a mais”, a promessa é de continuar o trabalho de forma empenhada “contando com a colaboração total de autarquias como a de Gaia”, reconheceu uma vez mais.

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