Centro Histórico

Na mão dos arquitectos

O Centro Histórico de Gaia «está entregue» a quatro arquitectos de renome que vão elaborar um trabalho detalhado no âmbito do processo de requalificação e transformação em zona de excelência projectada internacionalmente, como quer a Câmara Municipal.

Os quatro arquitectos – Nuno Sampaio, Pedro Balonas, Ilídio Ramos e Capinha Lopes vão trabalhar durante um ano, tendo já o próximo mês de Janeiro como data apontada para um primeiro ponto da situação.

O trabalho do arquitecto Nuno Sampaio vai centrar-se na zona do Castelo de Gaia. Através da recuperação ou novas construções, o mesmo responsável pretende estabelecer um equilíbrio com a área envolvente, apostando na recuperação do espaço público ou criação de novos espaços que permitam a conexão com as restantes parcelas. A título de exemplo, aponta o estacionamento de proximidade.

A Rua Guilherme Gomes Fernandes vai ser a base do estudo do arquitecto Pedro Balonas. Aposta nas salas de indústria criativa para dinamizar uma artéria que na sua essência interliga a proximidade do rio e aparte nuclear do Centro Histórico. A criação de espaços que promovam as actividades artísticas em ligação com o movimento associativo local está também nos seus horizontes.

Para a Rua Cândido dos Reis o arquitecto Ilídio Ramos aponta uma mescla entre o comércio local e o turismo, promovendo equilíbrio entre a tradição e a modernidade. Os desportos urbanos, bem como alguns espaços de ensino especializado fazem parte da posta para esta zona do Centro Histórico.

Finalmente, o trabalho do arquitecto Capinha Lopes vai ter como pano de fundo a Calçada da Serra. Uma paisagem única e inconfundível, como elemento determinante de todo o processo. As preocupações com o aproveitamento da luz solar, surge como solução para uma integração com as acessibilidades para que a captação turística e de investidores seja uma realidade.

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